Os coronavírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais.

Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Porém, alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto em termos de saúde pública, como já verificado com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002, e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012.

Aguarde a abertura de agendas, a página é atualizada todos os dias conforme disponibilidade de vacinas no município.

O agendamento da segunda dose deverá obedecer o seguinte intervalo: CORONAVAC- 21 dias, AstraZeneca – 12 semanas.

As pessoas contempladas nesse grupo (Gestantes/Puérperas com comorbidades, portadores de sindrome de Down, transplantados com idade entre 18 a 59 anos ou portador de comorbidades ou deficiência permanente) devem comprovar, por meio de carta ou atestado médico, o tipo de comorbidade apresentada, já que nem todas serão contempladas (veja abaixo a lista das comorbidades).

Tipos de comorbidade elegíveis para a vacinação:

Esta relação está sujeita a alterações, já que o município segue os mesmos critérios adotados pelo governo estadual.

- Diabetes melittus

- Pneumopatias crônicas graves

- Hipertensão arterial resistente (HAR)

- Hipertensão arterial estágio 3

- Hipertensão arterial estágio 1 e 2 com lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade

- Insuficiência cardíaca (ICC)

- Cor-pulmonale e Hipertensão pulmonar

- Cardiopatia hipertensiva

- Síndromes coronarianas

- Valvopatias

- Miocardiopatias e Pericardiopatias

- Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas

- Arritmias cardíacas

- Cardiopatias congênitas no adulto

- Próteses valvares e Dispositivos cardíacos implantados

- Doença cerebrovascular

- Doença renal crônica

- Imunossuprimidos

- Hemeglobinopatias graves

- Obesidade mórbida

- Cirrose hepática

Não existe remédio específico. O tratamento é baseado no quadro clínico da pessoa. É indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo, uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos), uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garganta e tosse.

A segunda dose poderá ser aplicada desde que seja residente em Americana e apresente comprovante de endereço nominal.

As investigações sobre transmissão do novo coronavírus ainda estão em andamento. Neste momento está estabelecida transmissão por contato com secreções. A transmissão pode ocorrer de forma continuada, ou seja, um infectado pelo vírus pode passá-lo para alguém que ainda não foi infectado.

A transmissão costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

– Gotículas de saliva;

– Espirro;

– Tosse;

– Catarro;

– Contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão com pessoa infectada;

– Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Alguns vírus são altamente contagiosos, como o sarampo, que é transmitido por aerossol (partículas no ar), com proporção de transmissão de uma para até 18 pessoas, em média. O conhecimento já registrado sobre os coronavírus indica que eles apresentam transmissão de uma para até três pessoas.

As principais orientações são:

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar;

– Utilizar lenço descartável para higiene nasal;

– Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;

– Não compartilhar objetos de uso pessoal;

– Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado;

– Lavar as mãos por pelo menos 20 segundos com água e sabão ou usar antisséptico de mãos à base de álcool;

– Deslocamentos/viagens não devem ser realizados enquanto a pessoa estiver doente;

O diagnóstico é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou coleta de secreções da boca e nariz). O procedimento deve ser realizado para todos os casos suspeitos. O Estado conta com a Plataforma de Laboratórios que integra mais de 30 serviços habilitados para realizar análises.

Conforme definido pelo Ministério da Saúde, todos os laboratórios públicos ou privados que identificarem casos confirmados pela primeira vez, adotando o exame específico para SARS-CoV2 (RT-PCR, pelo protocolo Charité), devem passar por validação de um dos três laboratórios de referência nacional: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/RJ), Instituto Evandro Chagas da Secretaria de Vigilância em Saúde (IEC/SVS) no Estado do Pará, e Instituto Adolfo Lutz da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Após a validação da qualidade, o laboratório passará a ser considerado parte da Rede Nacional de Alerta e Resposta às Emergências em Saúde Pública, para investigação do coronavírus.

No momento, para os casos mais leves, com recomendação de isolamento domiciliar, é necessário permanecer sob monitoramento por no mínimo sete dias, e permanecer isolado até que os sintomas acabem, para evitar a transmissão. Depois disso, pode voltar à rotina.

Valem as dicas básicas de cuidados de prevenção e prestar atenção em eventuais sinais ou sintomas. Caso aconteça, é fundamental procurar um serviço de saúde.

CPF, RG e comprovante de endereço da residência Nominal. Se for grupo prioritário/doenças crônicas, CPF, RG, comprovante de endereço da residência nominal e carta, laudo e/ou receita médica, dependendo da comorbidade, com data inferior a um ano. Se for profissional de saúde, além dos documentos citados acima, é necessário comprovar estar atuando em estabelecimento de assistência à saúde (holerite, carteira/contrato de trabalho), além do Conselho de Classe (para profissões que possuam). Se houver mais dúvidas procure a UBS (Unidade Básica de Saúde) mais próxima da sua residência e converse com a enfermeira.

Depende da comorbidade. Se houver dúvidas procure a UBS (Unidade Básica de Saúde) mais próxima da sua residência e converse com a enfermeira.

Depende da chegada de vacinas no município e do cronograma do Governo do Estado de São Paulo.

Não se preocupe, o intervalo previsto deve ser respeitado, e à partir da data prevista você deverá realizar o agendamento pelo site quando houver a disponibilidade da 2ª dose no município. Reforçamos que, segundo o Documento Técnico da Campanha, na impossibilidade de receber a vacina na data aprazada, aplicar em “momento oportuno”, ou seja, não existe prazo máximo para a vacinação. O agendamento para tomar a vacina na UBS (Unidade Básica de Saúde) deverá ser realizado tanto para a 1ª dose, como para a 2ª dose.

Sim. Se você faz uso de um ou mais anti-hipertensivos você se enquadra no Grupo Prioritário, basta levar uma carta com o tipo de comorbidade descrito ou receita médica, ambos com data inferior a um ano.

Sim. É necessária a carta médica descrevendo a comorbidade.

Não. Conforme o Plano de operacionalização da Vacinação contra a COVID-19, não se enquadra no Grupo Prioritário.

O IMC (Índice de massa corpórea) deve estar igual ou maior que 40 para ser considerado obesidade mórbida e se enquadrar no Grupo Prioritário.

Sim, para fins de inclusão na população-alvo para vacinação, serão considerados indivíduos com deficiência permanente grave aqueles que apresentem uma ou mais das seguintes limitações:

1 - Limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas.

2 - Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir.

3- Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar.

4- Indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividadeshabituais, como trabalhar, ir à escola, brincar, etc. - incluindo AUTISMO, por exemplo.

Em decorrência do critério de priorização de vacinação, os indivíduos pertencentes ao grupo de pessoas com deficiência permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada(BPC) deverão comprovar ser beneficiário para vacinação.

Aos que não estão cadastrados no BPC, deverão apresentar como documentos comprobatórios para a vacinação: laudo médico que indique a deficiência; ou comprovação de atendimento em Centro de Reabilitação ou unidade especializada; ou documento oficial com indicação da deficiência; ou cartões de gratuidade do transporte público; ou autodeclaração (na ausência de outro tipo de documento).

Verifique se está disponível a vacina para a sua faixa etária dentro do Grupo Prioritário.